10 Mar
Caged: Muçum cria 20 postos de trabalho formal em janeiro

Muçum registrou saldo positivo na criação de postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2022. Os dados foram divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) do Ministério do Trabalho, nesta quinta-feira, 10.

De acordo com o Caged, no primeiro mês do ano foram 86 contratações e 66 postos de trabalho fechados. O estoque local de empregos formais, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, relativo a janeiro ficou em 2.028 vínculos, o que representa uma variação de 1% em relação ao estoque do mês anterior.

Conforme os dados, em Muçum durante o mês de janeiro houve abertura de vagas em dois dos cinco setores da economia analisados: Indústria (20) e Construção (1). Agropecuária e Comércio não contrataram nenhum profissional e o setor de Serviços apresentou saldo negativo de um posto.  

Ainda, segundo o levantamento, em janeiro, 39 homens e 47 mulheres foram admitidos na Princesa das Pontes. O nível de ensino que obteve maior número de empregos foi o de profissionais com ensino médio completo (37), seguido do ensino fundamental incompleto (20), médio incompleto (19), fundamental completo (8). Superior Completo e Incompleto tiveram uma contratação cada. Já no campo das demissões, foram 33 pessoas do sexo masculino e outras 33 do feminino, sendo os com formação de ensino médio completa os mais afetados (27).

Conforme os dados, a faixa etária que mais foi contratada está entre 18 a 24 anos (26), seguida de 30 a 39 anos (18). Na sequência, 25 a 29 anos (13), 50 a 64 anos (12), 40 a 49 anos (11), até 17 anos (4) e 65 anos ou mais (2). A faixa etária que mais sofreu com as demissões ficou entre 30 a 49 anos.

Regiões e estados

De acordo com o Novo Caged, no mês de janeiro de 2022, apenas 19, dos 27 estados registraram saldos positivos. Entre os estados que mais geraram vagas, o destaque é para São Paulo, com 48.355 novos postos. Santa Catarina, com 23.358, e Paraná, com 18.351.Os estados que apresentaram maior saldo negativo de vagas foram: Sergipe, com -1.253 postos; Ceará, com -1.508 postos e Rio Grande do Norte, com -2.430 postos.

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