26 Jan

O vereador mais votado de Iraí nas eleições de 2020 e filho do ex-prefeito Adroaldo Conzatti, Gilson Conzatti, colocou seu nome à disposição do MDB para concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa do RS nas eleições de outubro. A informação foi confirmada no sábado, 22, através de postagem em sua página oficial no Facebook. Conforme o encantadense, até a convenção do partido, prevista para os próximos meses, a ideia é percorrer pelo estado em busca de apoio para concretizar a candidatura.

Conforme Conzatti, apesar de uma série de dúvidas e questionamentos que surgiram, o desejo em colocar seu nome à disposição vem da vontade de representar o Vale do Taquari e o Alto Uruguai, regiões em que possui forte vínculo. "Quando penso em encarar um novo desafio, como uma pré-candidatura à deputado estadual, surgem muitas dúvidas, especialmente em relação à apoios e dinheiro para rodar um estado inteiro como o RS, sem contar que vamos entrar em uma luta desigual, onde vou concorrer com estruturas já montadas em todos os sentidos. Não tenho grana para tal, vamos fazer uma campanha humilde com o apoio de amigos", revela.

Conzatti está na vida pública desde 1993, quando foi eleito, pela primeira vez, vereador de Encantado, permanecendo por dois mandatos junto ao Poder Legislativo encantadense. Depois, Foi eleito por quatro mandatos para a mesma função, só que dessa vez, na cidade de Iraí, onde ficou residência. 

Em 2004, Conzatti concorreu a prefeito de Iraí, ficando na terceira colocação. Logo após, foi eleito presidente da União dos Vereadores do Brasil (UVB). Em duas oportunidades esteve a frente da coordenação de duas campanhas eleitorais para o cargo de deputado estadual. Em 1998, quando atuou junto ao então candidato, Elmar Schneider, hoje prefeito de Estrela e quando seu pai, Adroaldo, concorreu a uma vaga no parlamento gaúcho em dois pleitos. 

Conforme o político, a expectativa é de que para conseguir se eleger sejam necessários, aproximadamente 40 mil votos. "A população tem que entender que quando se vota para o legislativo, estará votando num representante comprometido em legislar e fiscalizar, caso contrário, estará votando num deputado pensando que ele será governador e não será,  mas, que poderá ajudar o executivo estadual, independente de quem seja o governador. Se confirmar minha candidatura, vou precisar de 40 mil votos, em um eleitorado em torno de 8,5 milhões de eleitores. Não tenho medo de encarar esse desafio que é difícil, mas não impossível", revela. "Até início de março tomo a decisão, mas hoje já existe muita chance de se concretizar", pontua.


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