12 Aug

O Ministério da Saúde autorizou a incorporação da trombectomia no tratamento da fase aguda do Acidente Vascular Cerebral (AVC). Nos primeiros seis meses deste ano, 56.320 mortes, número acima das vítimas de enfarte (52.665) e covid-19 (48.865), de acordo com o Ministério da Saúde. 

A trombectomia consiste na inserção de um cateter no vaso sanguíneo do paciente para remover o bloqueio no vaso e restaurar o fluxo sanguíneo para a área afetada. O procedimento é recomendado para a remoção do coágulo em vasos grandes, como artéria cerebral média, carótida, vertebral ou basilar.

Conforme estudos, o novo procedimento pode ajudar a reduzir danos neurológicos graves. Pacientes afásicos, com distúrbio grave da linguagem, ou comprometimento motor, por exemplo, podem ter sequelas reduzidas. Mas é fundamental que o atendimento seja feito nas primeiras horas após o AVC, alertam os neurologistas.

A expectativa é de que a trombectomia esteja disponível no SUS até o final deste ano. O tratamento custa de R$ 15 mil a R$ 20 mil por paciente.  

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